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Sabor de poluição, na intenção

Olhar o teu cheiro na impotência,

Da incapacidade de lhe chegar,

Vou torturar para possuir e alcançar


Incorrecto e gentil, na proeza

Da posse da tua genuina pureza,

Irei ter o poder de mexer e preencher

Esse fazio ocupado de cinza!


Não,

Não fugir ao que possa importunar

Descobrir o incomodo, satisfaz

Procura e tenta, tenta e o encontrarás


Olhar para onde nunca se olhou,

Confronta e efrenta e verás no que se tornou...

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